<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/2.3.3" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>
<channel>
	<title>Comentários em: Central Solar de Serpa</title>
	<link>http://pontosapo.com/2007/03/28/central-solar-de-serpa/</link>
	<description>Novidades, críticas e opiniões sobre o maior portal de serviços de Internet em Portugal</description>
	<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 15:14:05 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.3.3</generator>
		<item>
		<title>Por: Rolf Dahmer</title>
		<link>http://pontosapo.com/2007/03/28/central-solar-de-serpa/#comment-689</link>
		<dc:creator>Rolf Dahmer</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 09:14:22 +0000</pubDate>
		<guid>http://pontosapo.com/2007/03/28/central-solar-de-serpa/#comment-689</guid>
		<description>Um grande passo na direcção certa ! Agora só falta uma mudança do pensar e agir a nível estratégico - inovação social !- porque se não todo o high-tech não nos servirá para nada por causa da porradaria geral que se vai instalar ainda antes de podermos beneficiar dessas inovações tecnológicas. Com efeito, o "choque tecnológico" e  um sem-fim de outros não podem ser objectivos mas sim resultado de um objectivo diverso: maximização de benefícios em vez de lucros !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um grande passo na direcção certa ! Agora só falta uma mudança do pensar e agir a nível estratégico - inovação social !- porque se não todo o high-tech não nos servirá para nada por causa da porradaria geral que se vai instalar ainda antes de podermos beneficiar dessas inovações tecnológicas. Com efeito, o &#8220;choque tecnológico&#8221; e  um sem-fim de outros não podem ser objectivos mas sim resultado de um objectivo diverso: maximização de benefícios em vez de lucros !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://pontosapo.com/2007/03/28/central-solar-de-serpa/#comment-687</link>
		<dc:creator>Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2007 08:46:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://pontosapo.com/2007/03/28/central-solar-de-serpa/#comment-687</guid>
		<description>Julgo que tens razão Luciano, não nos devemos entusiasmar de mais pensando que oproblema fica resolvido com a construção desta central. O maior problema continua no desperdício energético e têm de ser tomadas várias medidas na direcção tanto da poupança como no aproveitamento das energias renováveis e das não poluentes, de forma que todos os pequenos e grandes passos são de aplaudir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Julgo que tens razão Luciano, não nos devemos entusiasmar de mais pensando que oproblema fica resolvido com a construção desta central. O maior problema continua no desperdício energético e têm de ser tomadas várias medidas na direcção tanto da poupança como no aproveitamento das energias renováveis e das não poluentes, de forma que todos os pequenos e grandes passos são de aplaudir.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luciano Gomes</title>
		<link>http://pontosapo.com/2007/03/28/central-solar-de-serpa/#comment-686</link>
		<dc:creator>Luciano Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2007 08:31:45 +0000</pubDate>
		<guid>http://pontosapo.com/2007/03/28/central-solar-de-serpa/#comment-686</guid>
		<description>Não sendo especialista nas questões tecnológicas envolvidas, há dois ou três pontos que me parece não poderem ser esquecidos, pois parece haver gente que embandeira em arco parecendo querer dizer que aqui estaria uma forma de resolver o problema energético e/ou ambiental:
- Estas instalações têm um custo financeiro/ambiental que deveria ser explicitado para esfriar entuasiasmos desmedidos e deveria explicar-se que esta  inovação vai ser "paga".
  - A energia eléctrica é aprox. 20% do total da energia gasta em Portugal. Logo, mesmo "apports" nesta área, como este ou outros, terão um impacto global relativamente modesto.

- Parece-me, contudo, que é positivo o esforço feito no sentido de acompanhar ao menos o desenvolvimento destas tecnologias assim como as ligadas, por exemplo, ao aproveitamento das ondas e, sobretudo, marés.

Mas voltando ao "mix" dos consumos energéticos, ou há uma ruptura tecnológica ou deveriam dizer-se ao zé     para se preparar para alterar o estilo de vida. Não se vislumbra, penso, alternativa para por um camião de 30 ton. a funcionar a pilhas. O biodiesel,  a solução brasileira etc, vão ter um custo ecológico (monocultura, desflorestação etc.) e daí uma interferência nos ciclos vitais da nossa vida (do nosso planeta). Portanto o mais sensato seria poupar (a "popularidade" do Salazar deveria ajudar eh!eh!eh!), racionalizar etc, Mas que dirão os Indianos ,  e outros a este tipo de  prédicas quando se sabe o consumo per capita na Europa e, sobretudo, no farol da nossa civilização (EUA)?!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sendo especialista nas questões tecnológicas envolvidas, há dois ou três pontos que me parece não poderem ser esquecidos, pois parece haver gente que embandeira em arco parecendo querer dizer que aqui estaria uma forma de resolver o problema energético e/ou ambiental:<br />
- Estas instalações têm um custo financeiro/ambiental que deveria ser explicitado para esfriar entuasiasmos desmedidos e deveria explicar-se que esta  inovação vai ser &#8220;paga&#8221;.<br />
  - A energia eléctrica é aprox. 20% do total da energia gasta em Portugal. Logo, mesmo &#8220;apports&#8221; nesta área, como este ou outros, terão um impacto global relativamente modesto.</p>
<p>- Parece-me, contudo, que é positivo o esforço feito no sentido de acompanhar ao menos o desenvolvimento destas tecnologias assim como as ligadas, por exemplo, ao aproveitamento das ondas e, sobretudo, marés.</p>
<p>Mas voltando ao &#8220;mix&#8221; dos consumos energéticos, ou há uma ruptura tecnológica ou deveriam dizer-se ao zé     para se preparar para alterar o estilo de vida. Não se vislumbra, penso, alternativa para por um camião de 30 ton. a funcionar a pilhas. O biodiesel,  a solução brasileira etc, vão ter um custo ecológico (monocultura, desflorestação etc.) e daí uma interferência nos ciclos vitais da nossa vida (do nosso planeta). Portanto o mais sensato seria poupar (a &#8220;popularidade&#8221; do Salazar deveria ajudar eh!eh!eh!), racionalizar etc, Mas que dirão os Indianos ,  e outros a este tipo de  prédicas quando se sabe o consumo per capita na Europa e, sobretudo, no farol da nossa civilização (EUA)?!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
